I Will

I can live.

I know I can live.

I can change and make a new life.

I can change.

I’m better than I am now.

I’m not my flaws.

I make mistakes, and I know that’s normal.

But I will be more than them.

I will beat my errors.

I will awake.

I will awake.

I will awake.

And I’ll be better than I  think I am.

I will.

P.H.

Oi Aurora

Oi Aurora

(Felipe Leite/Tiago Albuquerque)

——————————————

Oi Aurora

Pequei mais uma vez

O meu sangue quente diz que amanhã não sei… talvez

Oi Aurora

Aquele manto branco sobre mim me encolheu

Me despertou um canto

Me jogo outra vez

De novo somos três

Eu, você e o diabo dançamos outra vez

Oi Aurora

O que perdi por você

Não há nada neste mundo que me faça ter outra vez

Oi Aurora

Acordaste o que há sob esta superfície espelhada

Me jogo outra vez

De novo somos três

Eu, você e o diabo dançamos outra vez

Unfaithfully Yours

Run away, but it don’t work

Say you can, but you know you’re worse

You hide this side from all the ones besides

Another morning call

There are you lying in your hall

You isolate yourself from all who loves

And I’m again with you

You call, you call again

Again I’ll be unfaithfully yours

Lie, but it won’t do

You know I’m stuck with you

The cuts don’t hurt now, they’re not real

Sleep, in your dreams

Night, long as day

Is where you hide the scars from far away

And I’m again with you

You call, you call again

Again I’ll be unfaithfully yours

P. H.

Bitter

The smoking room

The pounding beat

The hollow faces beyond

Another shot

Be, free anxiety

Which character

Which character

Shall I be?

But you’re not here to see

You’re not here with me

When I feel bitter

Here comes the sun

The light warms up

And night dies

Regress to be alone with another lonely one

But you’re not here to see

You’re not here with me

You’re not here with me

You’re not here with me

To see me bitter

P. H.

Entre uma decisão ébria e sua cama, escolha sua cama… só.

Existem alguns dias… aqueles dias quando você está só em casa, ouvindo o lado B do álbum “The Genius of Ray Charles”, no qual você começa a pensar sobre seu presente momento. Aí você chega à conclusão: “pensando bem…. esses últimos meses foram todos uma grande mentira”.

Os últimos meses serviram para você perceber na verdade o quão você é vulnerável. O casulo no qual se trancou foi apenas superficial, apenas uma ilusão de ótica criada para tentar se proteger… mas convenhamos, várias atitudes suas demonstraram o quão estilhaçado e danificado você é.

Foram meses de fugas vazias, encontros vazios, ebriedade, toxicidade, bares esfumaçados, nasceres do sol bêbados, pensamentos auto-depreciativos, e por aí vai. De fato, algumas poucas pessoas que poderiam se importar com você foram magoadas no decorrer do último ano, e aí… esqueça, parabéns pra você imbecil.

Claro, algumas boas amizades vieram nesse tempo, mas você ainda se sente só… e provavelmente ainda vai… se sentirá só como aquele piano em Ré menor no fundo do lounge do hotel tocando “Don’t let the sun catch you cryin’”.

Você se fez assim… agora aceite as consequências… você sabe exatamente os passos que lhe tornaram isso, e por ironia do destino, você até almejou isso. Agora o tem…. aceite… é você.

E continue esquecendo as noites… elas não valem a lembrança mesmo.

P. H.

The Broken

That smokin’ room. The pounding beat. Noisy guitars and bottles going empty.

Everyone there looking for a lie. Trying desperatly to get close to anyone. Seeking for an empty feeling as at least for one night it could do the trick.

Others gave up. Real pleasures are a myth. So they buy one.

It works, for a couple of hours.

It works, a handful of minutes.

It works for a moment.

And then it’s gone. Like everyone else. 

Soon, the night will also be gone. The sun will rise, and the wicked world of laughing masks will fade. 

Some always try to make it longer. Tranforming the day into an extension of the night. And at that point they cross a line that only the peers will ever understand.

Only the damned.

Only the lost.

Only the broken.

 

P. H.

Colision

Colision.

Every night the man in the dark cloak is there.

Watching over me. Waiting for my errors.

Expecting my impulsiveness. Counting on my mistakes.

Since I’m being so reckless, one day he’ll get what he wants.

Night after night, living a death of lies.

One night I’ll fall, maybe tomorrow, maybe now.

But ‘til that night, I go on.

Go on with empty relations, empty meetings.

Empty lies and emptying bottles.

Disappearing.

Fading.

Vanishing.

Coliding.

P. H.